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Após polêmica, árbitro discute com dirigente do Inter na entrada do túnel do Beira-Rio

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O final da partida entre Inter e Santos no Beira-Rio, nesta segunda-feira, foi marcado por confusão na boca do túnel que dá acesso aos vestiários. Após o empate em 2 a 2, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro foi cobrado por dirigentes e teve uma discussão acalorada com Rodrigo Caetano, o diretor executivo colorado, aos gritos de “você me respeita”.

Toda confusão foi registrada na súmula da partida. Ricardo Marques Ribeiro também relatou ter sido chamado de “safado” pelo executivo de futebol do Inter.

– Relato ainda que após o término da partida, quando o sexteto de arbitragem se dirigia para o vestiário e passava pela zona mista fomos abordados pelo sr. Rodrigo Caetano, gerente executivo de futebol do SC Internacional, que proferiu, em tom agressivo, as seguintes palavras: "Vocês vão parar por quê? Vocês decidiram o campeonato, erraram feio, seu safado, absurdo o que vocês fizeram aqui hoje" – diz trecho do texto.

– Informo mais que o Sr. Rodrigo Caetano portava um par de muletas e ao proferir tais palavras levantou uma delas em nossa direção. Relato também que após o Sr. Rodrigo Caetano proferir as referidas palavras contra a arbitragem, eu, Ricardo Marques Ribeiro, árbitro da partida, respondi em alto e bom som e repetidas vezes, com as seguintes palavras: "Você me respeita, respeite a minha instituição. Eu nunca faltei com respeito a você. Eu exijo respeito, por favor, respeito" – acrescenta o documento.

Toda polêmica na partida girou em torno da anulação do gol de Leandro Damião, aquele que seria o segundo do atacante na partida – o que causou irritação dos dirigentes colorados e do técnico Odair Hellmann. Principalmente pela demora na decisão do sexteto.

Aos nove minutos do segundo tempo, com o jogo empatado em 1 a 1, Víctor Cuesta dividiu com Carlos Sánchez. A bola sobrou para Leandro Damião, que estufou as redes de Vanderlei. A arbitragem deu impedimento do centroavante. Porém, o juiz ficou na dúvida se a bola tinha saído do zagueiro do Inter ou do volante do Peixe.

Primeiro, o árbitro rumou até o bandeirinha. Depois, conversou com o restante dos companheiros . A dúvida prosseguia. Após sete minutos de debate, enfim, a arbitragem concluiu que o lance era irregular. Após a partida, a direção colorada reclamou da decisão.

– É inadmissível que seis homens levem mais de sete minutos para tomar uma decisão. Há duas interpretações. Se foi do Cuesta, é falta. Se foi do zagueiro, é legítimo o gol do Damião. Não precisa consultar assistente, quarto árbitro. Ficou claro que (o árbitro) esperava uma informação, que não ocorreu – reclamou o presidente Marcelo Medeiros. (GE)

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