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Temporal derruba mais de 150 árvores, segundo Defesa Civil de Jaú

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O temporal que atingiu Jaú causou muitos transtornos para a cidade. O domingo e esta segunda-feira (13) foram de muito trabalho para liberar as ruas e avenidas tomadas pela lama e árvores que caíram e restabelecer energia. Mais de 150 árvores foram derrubadas com a força do vento.

“As rajadas de vento trouxeram mais de 150 árvores em diversos pontos. Algumas mais complicadas que precisam de um guincho. Bairros sofreram com o destelhamento, queda de árvores e descargas elétricas que comprometeram vários postes e deixaram vários bairros sem energia elétrica”, diz o coordenador da Defesa Civil Valdir Baltazar.

As máquinas da prefeitura levaram um dia inteiro para retirar os galhos e troncos. 12 casas foram destelhadas. Por conta do vento, dois postes quebraram ao meio. 12 postes danificados ainda precisam ser trocados, informou a Defesa Civil.

Logo depois da chuva, começaram trabalhos de rescaldo. Segundo o coordenador da defesa civil, choveu cerca de 53 mm em uma hora e meia. Um terço do esperado para todo mês de março. A água invadiu a casa da aposentada Vera Lúcia Rossi Manzini e essa não foi a primeira vez. “Entrou mais de 30 centímetros de água. A casa ficou cheia de lama, de água. Foi terrível, de uma hora para outra, a água vem com toda velocidade. E não foi uma vez só. A defesa civil, a prefeitura já foi avisada. Terça-feira inundou também. A gente está cansado de falar que vai resolver porque a gente vê nossas coisas indo embora.”

Existe um projeto de implantação de galerias em 22 bairros de Jaú, entre eles o Jardim São Crispim, segundo a Defesa Civil, mas a prefeitura não informou qual o prazo para começar as obras.

No bairro São Crispim, a enxurrada derrubou o muro de um condomínio e também invadiu a casa da técnica de enfermagem Odete Santos de Andrade. “Alagou bastante, foi muita água. Entrou água na sala, quarto, cozinha. Fiquei com medo de queimar a geladeira porque subiu muito rápido, não tinha como tirar a água. Rodo, vassoura, não vencia. Foi questão de minutos. Se o muro não tivesse caído seria pior, teria perda total”, conta.

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