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Caso Mariana: universitária mandou mensagens para namorado momentos antes do crime: 'Terça-feira pesada'

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A universitária Mariana Bazza, de Bariri, que foi achada morta após receber ajuda de um desconhecido para trocar o pneu do carro, manteve contato com o namorado, Jefferson Vianna, momentos antes do crime.

Mariana, de 19 anos, sumiu após aceitar a ajuda de um desconhecido no dia 24 de setembro. Cerca de 24 horas depois, ela foi achada morta na zona rural de Ibitinga. O suspeito Rodrigo Pereira Alves, de 37 anos, que trocou o pneu para a jovem, está preso preventivamente e negou o crime.

Na conversa entre Mariana e o namorado pelo WhatsApp, é possível ver que a universitária avisa sobre o pneu furado, os procedimentos que estavam sendo feitos e que recebia ajuda do suspeito.

Mariana e o namorado mantiveram contato até 8h36. Uma das últimas mensagens da jovem foi "terça-feira pesada".

Por volta das 9h, o namorado questionou se Mariana já conseguiu trocar o pneu, mas não tem mais retorno da jovem. Depois de saber da morte, Jefferson publicou uma homenagem à namorada em sua rede social: "Tudo o que sinto se resume em saudade".

Ficha criminal

Rodrigo Alves, o homem que ofereceu ajuda, já tinha praticado vários crimes e as vítimas eram sempre mulheres.

A primeira condenação por crime sexual aconteceu em 2001. Armado com uma faca, ele atacou uma estudante de 18 anos, que foi violentada, na zona leste de São Paulo.

Por esse crime, Rodrigo passou 13 anos na cadeia. Depois, quando ganhou a liberdade, voltou a roubar e a estuprar.

Em janeiro de 2015, em Itápolis, uma mulher disse que Rodrigo invadiu a casa dela e mandou que ela ficasse nua. Segundo a vítima, Rodrigo ficava se encostando nela. Depois, pegou um computador da casa e fugiu. Nesse caso, ele foi absolvido por falta de provas.

Em outubro daquele mesmo ano houve uma acusação parecida, desta vez na cidade de Bariri. Outra mulher disse à polícia que Rodrigo se passou por instalador de cerca elétrica para entrar na casa dela.

Ele fez ameaças com uma faca e também mandou que a vítima ficasse nua. Rodrigo foi acusado de roubar R$ 740 da vítima, além de uma câmera fotográfica, um celular e um relógio.

Ele teve a prisão decretada, ficou foragido por um tempo mas acabou indo para a cadeia em fevereiro de 2016. Rodrigo foi condenado nesse caso a 6 anos e 5 meses de prisão por roubo.

Há cerca de um mês, ele ganhou a liberdade condicional e conseguiu o bico de pintor na chácara em frente à academia.

O delegado aguarda laudos periciais do corpo da vítima e da causa da morte, além de informações sobre os locais por onde o suspeito passou, para concluir o inquérito e encaminhar à Justiça.

“Os exames vão apontar a hora da morte para podermos saber onde ela foi morta, porque existem duas possibilidades: ou ele matou a Mariana na chácara ou no local onde o corpo foi encontrado”, afirma Izar Neto.

Mariana foi achada morta em área de canavial em Cambaratiba, distrito de Ibitinga, cidade próxima a Bariri. Ela estava de bruços, com as mãos amarradas para trás e um tecido no pescoço.

A jovem foi enterrada no início da tarde desta do dia 26 de setembro, sob forte comoção, no Cemitério Municipal de Bariri. (G1)

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