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Se uma empresa apresentasse três endereços diferentes – um na Rússia, outro nos Estados Unidos e um terceiro no Panamá – e tentasse prestar algum serviço para você usando um contrato do tipo "receita de bolo de internet", você pensaria duas vezes em realizar alguma atividade com essa empresa? Pelo menos 100 milhões de pessoas que baixaram o "FaceApp", o aplicativo que envelhece o resto e que virou febre até entre os famosos, decidiram aceitar esse risco.

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Foto: Reprodução

Observatório 3º Setor- De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2016, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 1,8 milhão de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalhavam no Brasil naquele ano.

Deste total, 54,4% (998 mil) estavam em situação de trabalho infantil, sendo 190 mil por terem de 5 a 13 anos, e outros 808 mil entre 14 e 17 anos por trabalharem sem registro na carteira.

Alterações aprovadas na Câmara flexibilizam Código Florestal e diminuem área que proprietários rurais precisam recuperar. Presidente do Senado, entretanto, afirma que não colocará medidas em votação

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A bancada ruralista deu, nesta quarta-feira, uma importante demonstração de articulação na Câmara dos Deputados que pode resultar no aumento da área desmatada no Brasil. Os parlamentares do grupo conseguiram transformar uma medida provisória da gestão Michel Temer, que entrou em votação nesta semana, em um ataque preciso ao Código Florestal brasileiro. Inseriram no texto principal 30 emendas novas que flexibilizam as regras do Código e podem permitir o desmatamento em até 5 milhões de hectares de floresta, além de atrasar o reflorestamento de outros quatro milhões, segundo cálculos de parlamentares que se opõem a ela. "É uma área total equivalente ao tamanho de Portugal", afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), em sua conta no Twitter. A Frente Parlamentar da Agropecuária, porém, nega essa informação. Por meio de nota, afirmam que a emenda "fortalece a aplicação do Código Florestal e evita interpretações diversas por parte do Poder Judiciário em relação aos marcos temporais para a recomposição das áreas de preservação".

Além da lotação na temporada de 2019, a falta de experiência de muitos alpinistas contribui para o aumento das mortes na maior montanha do mundo

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Waldemar Niclevicz chegou ao cume da montanha himalaia em 1995: 'Houve um boom da comercialização do Everest desde a década de 1990'. (Mozart Catão/Arquivo pessoal)

Na atual temporada, onze pessoas morreram na escalada do Monte Everest. A missão de chegar ao topo da montanha mais alta do mundo é conhecida como uma das mais inóspitas e arriscadas. Mas, nos últimos seis anos, não houve maior número de vítimas fatais. As mortes são atribuídas à superlotação na etapa final da subida e à falta de experiência de muitos dos alpinistas.

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