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A dieta do suco verde é a nova sensação do momento, caiu tanto na boca do povo quanto no copo das famosas. Mas o que não falta são manuais de como fazê-la. Tem gente que a troca por uma refeição, outros a substituem por várias. "Tecnicamente não existe uma 'dieta do suco verde', apenas a adoção dessa bebida para a alimentação", explica a nutricionista funcional e clínica Roseli Rossi.

 A promessa de emagrecimento é de até 5 kgs por mês, caso o suco sacrifique uma das grandes refeições do dia (café da manhã, almoço ou jantar). Mas sair por aí trocando o almoço ou jantar pelo suco e mexer como bem quiser no próprio cardápio pode trazer prejuízo à saúde. "Em longo prazo, ao fazer a dieta sem acompanhamento, a tendência é caminhar para uma perda balanço nutricional", pondera Roberto Navarro, nutrólogo e membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

dancaventre

A dança do ventre é a mais nova aliada do tratamento do câncer de mama realizado na Unesp de Botucatu. Por ser essencialmente feminino, esse estilo trabalha com o corpo da mulher como um todo e o foco da doença acaba ficando em segundo plano.

De acordo com os especialistas, esse "desvio" de olhar tem aumentado a autoestima das pacientes e refletido diretamente na imunidade delas. Maria Aparecida de Jesus fazem parte da primeira turma de dança. Ela tem só 27 anos e teve que enfrentar a doença com quimioterapia, mesmo assim, perdeu a mama direita. Com ela foi embora também a autoestima. “Quando eu sai da cirurgia eu só olhava para minha mama, queria saber dela e só chorava o dia todo. Só pensava na reconstrução da mama”, conta a aluna.

Produtos apresentam problema no gotejador, que pode causar superdosagem

O Ministério da Justiça (MJ) anunciou nesta quarta-feira (22) que mais de três milhões de embalagens do medicamento Tylenol (paracetamol) 200 mg/ml – apresentação gotas, fabricado entre dezembro de 2011 e novembro de 2012 – devem ser retiradas do mercado. A medida se deve a um problema em seu gotejador.

O estado de São Paulo concentrou 90% das mortes pela gripe A(H1N1), a chamada gripe suína, entre o começo deste ano e o dia 12 de maio, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (21). Dos 61 óbitos em todo o país em razão da doença, 55 foram em São Paulo.

Os dados fazem parte do balanço de vacinação de gripe apresentado pelo governo federal. As informações apontam que foi superada a meta de vacinar 80% do público-alvo (crianças de até 2 anos, trabalhadores de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas e idosos). De modo geral, 83,7% do público-alvo foram vacinados durante a campanha deste ano.

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O sucesso do colágeno hidrolisado não é de hoje. Há pelo menos três anos ele conquistou o público feminino com a promessa de firmar a pele e amenizar a fome. De lá para cá, a procura por essa substância - até então encontrada apenas em cápsula, sachê e bala manipulada -, triplicou. E, para acompanhar a demanda, as opções de produtos prontos com colágeno hidrolisado também aumentaram bastante. É só dar uma olhada na prateleira das farmácias e supermercados: além de balas e bombons de diferentes formatos, ele pode ser encontrado em águas aromatizadas, barrinha de cereais e até granola. E as mulheres, claro, são as maiores consumidoras. Mas será que funciona mesmo? Ainda há poucas pesquisas científicas sobre o assunto, mas a maioria delas afirma que, sim, o colágeno ajuda a combater os quilinhos extras e a adiar o envelhecimento precoce.

O segredo dessa substância está no fato de ser uma proteína que o próprio organismo é capaz de produzir. Uma de suas principais funções é formar as fibras que dão sustentação à pele. Cabelos, unhas, ossos e cartilagens (tecidos que amortecem as articulações) também são beneficiados. Ou seja, ela garante que o corpo funcione bem por dentro e fique bonito por fora. Porém, pesquisas mostram que, a partir dos 30 anos, mesmo com uma alimentação balanceada, há uma perda anual em torno de 1%. Dos 50 anos em diante, a queda é bem mais drástica. A produção de colágeno cai para apenas 35%, em média. "O que as mulheres mais sentem é a redução da elasticidade e a hidratação da pele", alerta a nutricionista Tatiana Pimentel, de Santos (SP). Daí para aparecer rugas, celulite e flacidez é um pulo. É por isso que muitos nutricionistas, nutrólogos e dermatologistas consideram a suplementação com o colágeno hidrolisado importante a partir dos 30 anos e essencial depois dos 50.

frio

O inverno está se aproximando e, para não sofrer com o ressecamento, que tal turbinar o nécessaire? Produtos como hidratantes poderosos e lipbalms podem fazer toda a diferença na hora de encarar o frio. No entanto, antes de se preparar para receber o inverno, é preciso identificar se sua pele muda conforme a estação. "Cada tipo de pele necessita de produtos específicos", explica a dermatologista Adriana Vilarinho. Confira as dicas da especialista.

Corpo e rosto

Para manter a hidratação do corpo e do rosto durante o inverno, a dermatologista indica para quem tem pele madura ou seca os hidratantes poderosos aliados a óleos de banho. "Já para peles oleosas e mistas, o ideal é usar um sérum nutritivo ou loção livre de óleo para não piorar a oleosidade ou abrir os poros", explica a profissional. 

Outra dica da expert é evitar banhos muito quentes e demorados, que tendem a ressecar ainda mais a pele. "Também prefira sabonetes hidratantes, evite a esfoliação excessiva ou o uso de bucha", complementa.

sal

É comum ouvir por aí que as crianças estão cada vez mais parecidas com os adultos. E pode ter certeza de que, quando se trata de saúde, há um fundo de verdade no comentário. Já passou a época em que a hipertensão, por exemplo, era exclusividade de gente mais velha. A partir do momento em que os alimentos industrializados e ricos em sódio se popularizaram na mesa da meninada, até a pressão alta se tornou cada vez mais precoce. Não por menos esse hábito alimentar chamou a atenção da Organização Mundial da Saúde (OMS), que está preocupada com os casos de pressão nas alturas na infância.

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Uma pesquisa feita durante dez anos em hospitais públicos e privados revela que a incidência do câncer de intestino, em Ribeirão Preto e região, cresceu perto de 400%. Hoje, só é superada pelas doenças de mama e de próstata, as mais comuns. No Brasil, o câncer de intestino é o quinto colocado no índice de óbitos, até 2010, informa o INCA (Instituto Nacional de Câncer).

O autor da pesquisa epidemiológica, entre 1998 e 2008, é o médico Omar Feres, 51 anos, professor de cirurgia da Divisão de Proctologia do Hospital das Clínicas da USP. Ele, entretanto, não tem números de mortes provocadas pela doença.

Padrão de 1º mundo

Para o oncologista Harley Francisco de Oliveira, coordenador do Serviço de Radioterapia do Hospital das Clínicas, o ribeirão-pretano adotou o “padrão de vida alimentar semelhante ao norte-americano”. É sabido que, para cada dois centímetros a mais de gordura na cintura, o risco de câncer no intestino aumenta um por cento.

Na semana passada, engenheiros que farejavam o código de programação do Google Glass encontraram maneiras de como as pessoas podem interagir com o computador vestível sem dizer nenhuma palavra. Um usuário pode, por exemplo, acenar com a cabeça para ligar e desligar o aparelho; com uma piscada, é possível tirar uma foto.

Mas esses gestos não serão necessários para sempre. Logo poderemos nos relacionar com nossos smartphones e computadores só com o poder da mente.


Estudo desenvolvido pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara (FCF) revelou que 65% dos galões de água mineral analisados estavam contaminados com micro-organismos que podem causar danos à saúde.

O trabalho, realizado pela pós-doutoranda Maria Fernanda Falcone Dias, com a co-autoria do professor Adalberto Farache Filho, foi publicado na revista Food Control. 

 

 Alimentado pela emissões de gases industriais, o clima da Terra esquentou mais entre 1971 e 2000 do que em qualquer outro intervalo de três décadas nos últimos 1,4 mil anos, apontam reconstruções regionais de temperaturas feitas em todos os continentes. Esse período de aquecimento global causado pelo homem - que continua até hoje - reverte uma tendência de resfriamento natural que durou várias centenas de anos, de acordo com um estudo publicado na revista científica Nature Geoscience por mais de 80 cientistas de 24 países que analisaram as mudanças climáticas a partir de diversas formações geológicas do planeta.