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O Google anunciou que, até 2026, vai distribuir 500 mil bolsas de estudo para a formação de jovens em “áreas de atuação altamente demandadas pelo mercado de trabalho”. Segundo a empresa, as bolsas serão para a formação de profissionais em suporte de Tecnologia da Informação (TI), análise de dados, gerenciamento de projetos e design UX (User Experience ou experiência do usuário).

A empresa pretende destinar duas mil dessas bolsas a pessoas que se autodeclaram transexuais. A expectativa é de que a medida favoreça a inclusão social deste grupo no mercado de trabalho.

Em nota, a Google informou que os jovens que não estão estudando no momento também poderão disputar as vagas. “O processo de inscrição e seleção ocorrerá através do aplicativo do CIEE ONE (plataforma 100% gratuita), e os escolhidos serão acompanhados por uma monitoria exclusiva, que os auxiliará a concluir as certificações”, explicou a empresa.

O mercado da cultura se aproveita de um combustível que surgiu como uma oportunidade para novas formas de negociar obras digitais: o NFT, ou token não fungível. O selo de autenticidade digital passou a ser usado por um casal de artistas de Bauru (SP) que comercializa o trabalho e atrai colecionadores ansiosos por novos lançamentos.

Ao g1, o casal Shirley Reinis, fotógrafa de 47 anos, e Oliver Reinis, advogado de 47 anos, disse que o projeto de vender as artes digitais começou como uma diversão, já que ambos são apaixonados por fotografia e manipulação de foto.

O bilionário Elon Musk, que chegou ao Brasil na manhã desta sexta-feira (20) para encontro com o presidente Jair Bolsonaro, políticos e empresários, anunciou que lançará a rede Starlink para conectar 19 mil escolas em áreas rurais e monitorar a Amazônia. "Superanimado por estar no Brasil para o lançamento da Starlink em 19 mil escolas não conectadas em áreas rurais e também para o monitoramento ambiental da Amazônia", disse Musk na publicação.

Enquanto grandes empresas anunciam projetos de eVTOLs (sigla em inglês para "veículo elétrico de pouso e decolagem vertical"), um brasileiro trabalha para criar seu próprio veículo voador. A "linha de montagem" não está em uma fábrica, mas no quintal de sua casa nos Estados Unidos.

O engenheiro Marcelo Lavrador, de 56 anos, é o principal responsável pelo projeto e contou ao g1 que a proposta não é criar um meio de transporte para deslocamentos pela cidade, como o eVTOL planejado pela Embraer.

Encontrar a cara metade é um dos primeiros itens da lista de prioridades da maioria dos seres humanos e cada vez mais a tecnologia tem colaborado para que esse desejo seja realizado.

Enquanto isso, os aplicativos de relacionamento têm se tornado um terreno fértil para cibercriminosos que criam perfis fakes na web para atrair e ludibriar suas vítimas, direcionando-os a encontros desastrosos, com direito a extorsão financeira ou, em casos mais graves, levando à morte.

Em nosso mundo hiperconectado, dominado por conexões dentro da World Wide Web, é difícil imaginar que haja especialistas defendendo que a internet exige uma "enorme remodelação".

No entanto, foi exatamente essa onipresença da Web que levou cada vez mais profissionais da tecnologia a trabalharem no que chamam de uma "nova fase" da internet.

No fim do último mês de setembro, o Facebook anunciou investimento de US$ 50 milhões para construir seu próprio metaverso.

Meses antes havia sido a Epic Games, empresa de jogos eletrônicos por trás do Fortnite, que virou febre mundial. A companhia fundada por Tim Sweeney levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de investimentos em abril para financiar "sua visão de longo prazo para o metaverso".