Uma mulher morreu e um homem ficou ferido depois que o ator Alec Baldwin disparou uma arma cenográfica em um set de filmagem no estado americano do Novo México.

De acordo com a polícia, Baldwin disparou a arma durante as filmagens de Rust, faroeste ambientado no século 19.

A mulher — identificada como a diretora de fotografia Halyna Hutchins, de 42 anos — foi levada de helicóptero para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

No fim do último mês de setembro, o Facebook anunciou investimento de US$ 50 milhões para construir seu próprio metaverso.

Meses antes havia sido a Epic Games, empresa de jogos eletrônicos por trás do Fortnite, que virou febre mundial. A companhia fundada por Tim Sweeney levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de investimentos em abril para financiar "sua visão de longo prazo para o metaverso".

Como o aumento da temperatura global e a elevação do nível do mar vai afetar na prática diferentes regiões do planeta?

Essa foi a pergunta que guiou uma pesquisa conduzida pelo Climate Central, uma organização sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos, em parceria com a Universidade Princeton, também nos EUA, e o Instituto Potsdam de Pesquisa de Impacto do Clima, na Alemanha.

 O trabalho, publicado na revista científica Environmental Research Letters, identificou as regiões do mundo que podem sofrer inundações "sem precedentes", caso as políticas para combater as mudanças climáticas não sejam colocadas em prática agora pelos países.

De acordo com o estudo, centenas de áreas costeiras, que abrigam atualmente mais de 1 bilhão de pessoas, estão sob risco.

A atriz e modelo americana Megan Fox diz que está em um dos melhores momentos de sua vida pessoal e profissional.

Seus recentes trabalhos no cinema e na televisão, assim como seu relacionamento com o cantor Machine Gun Kelly, a quem considera sua "alma gêmea", a ajudaram a superar problemas de ordem emocional que acompanharam sua carreira.

Um muito forte foi a "sexualização" da qual ela afirma ser vítima por seus tratamentos estéticos, assim como por papéis como o de Mikaela Banes no sucesso de bilheteria "Transformers: A Vingança dos Derrotados".

Do Portal Ternura Ibitinga - Desde que a pandemia da Covid-19 começou e as pessoas tiveram de fazer o isolamento social, os aplicativos de redes sociais ganharam mais espaço no cotidiano. O principal deles é o TikTok, onde a proposta é se divertir “trollando” os amigos e realizando desafios. Atualmente, conquistar um espaço neste app virou uma verdadeira febre entre boa parte dos jovens!

Hoje, o Portal Ternura traz uma matéria um pouco diferente: em meio a tantos destaques na internet, encontra-se João Cleber Rodrigues Miola, ibitinguense de 18 anos que já conquistou mais de 2,8 milhões de seguidores no TikTok e mais de 1,5 milhão em um aplicativo parecido, o Kwai.

Em entrevista ao site, João Cleber disse que a iniciativa de gravar vídeos para a internet não é de hoje. Por volta de 2014, o fenômeno apostou em outra plataforma, o YouTube. No entanto, no ano passado, ele perdeu sua conta e ficou frustrado, decidindo partir para outros meios.

João começou pelo TikTok e após conquistar um certo público, decidiu postar vídeos no Kwai também. Hoje, ele tem uma média mensal de 50 milhões de visualizações no TikTok e já acumulou mais de 125 milhões ao todo no outro aplicativo desde que passou a utilizá-lo.

Quando perguntado como foi a experiência de ter batido 1 milhão de seguidores no TikTok, o entrevistado respondeu que “a sensação foi de outro mundo”. Ele estava ao vivo com um amigo na plataforma e contou que só conseguia gritar de felicidade. “Nunca esperei atingir tudo isso na minha vida. Tudo é surreal até hoje”, afirmou.

Os principais temas de seus vídeos são as famosas “trollagens” e os desafios que conquistaram o mundo todo! De acordo com ele, a recepção do público é muito boa e ele ama cada um dos fãs!

João Cleber quando atingiu 1 milhão de seguidores no TikTok. Foto: Divulgação/João Cleber

 

Futuro e profissão

João Cleber acredita que, nos dias atuais, ser tiktoker virou uma profissão. Isso porque, para ele, as plataformas são o futuro do mundo. “Hoje, na internet, você consegue tudo, só não consegue quem não quer”, concluiu.

O entrevistado contou ao Portal Ternura que já passou por algumas situações chatas e que já foi muito julgado na internet, mas que hoje as pessoas estão ao seu lado. Inclusive, João disse que recebe total apoio de sua família.

Quando perguntado como se vê daqui alguns anos, o tiktoker disse que deseja estar viajando pelo mundo, mas o principal, no momento, é auxiliar a família, pois isso não tem preço.

Para terminar, João Cleber deixou uma dica para quem deseja começar a postar vídeos na internet:

Você tem que se jogar e dar a cara a tapas. Se não fizer isso, não vai conseguir. Tem que ter fé em tudo que faz e pensar positivo”.

E aí, se interessou pelo assunto? Siga João Cleber nas redes sociais para ficar por dentro do trabalho dele:

  • TikTok:@joaocleber.jc
  • Kwai: @joaocleber.jc
  • Instagram: @joaocleber.jc

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