O calor aperta, o suor escorre e o corpo entra em modo de adaptação. Para manter a temperatura interna estável, o organismo aciona uma série de mecanismos automáticos –e o sistema cardiovascular está no centro dessa resposta.

Em dias muito quentes, o coração trabalha mais, a pressão arterial tende a cair e, em algumas pessoas, esse ajuste pode sair do controle, aumentando o risco de mal-estar, arritmias e até eventos graves, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Ondas de calor cada vez mais frequentes têm ampliado esse risco, sobretudo entre idosos e pessoas com doenças cardiovasculares.

O primeiro ajuste do corpo: dilatar os vasos
Quando a temperatura sobe, os vasos sanguíneos —principalmente os da pele— se dilatam para facilitar a dissipação do calor. Esse processo reduz a resistência vascular e tende a baixar a pressão arterial.

“O organismo tenta compensar essa queda acelerando os batimentos cardíacos para manter o fluxo adequado de sangue”, explica Fernando Ribas, cardiologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Em pessoas saudáveis, esse ajuste costuma funcionar. Em outras, a engrenagem falha.

A vasodilatação, somada à perda de líquidos pelo suor, reduz o volume de sangue circulante. Com menos sangue retornando ao coração, o corpo força o aumento da frequência cardíaca, o que pode provocar sintomas típicos do calor intenso, como tontura, fraqueza, escurecimento da visão e sensação de desmaio.

Pessoas com predisposição, como quem tem hipotensão postural ou síncope vasovagal, tendem a sentir esses efeitos com mais intensidade.

Um vídeo que mostra a interação inusitada entre ciclistas e uma arara em uma rodovia próxima a Guarapuã (SP), distrito de Dois Córregos (SP), alcançou mais de 1 milhão de curtidas nas redes sociais.

O ciclista Willian Padilha, de Jaú (SP), treinava com um grupo de amigos no sábado (10) quando o animal começou a acompanhar o percurso, voando a poucos centímetros dos atletas. 

Um motorista morreu após se envolver em um grave acidente na noite deste sábado (10), em Pompeia (SP).

Segundo a Artesp, o acidente foi registrado no km 491 da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294). O carro bateu em um poste de energia elétrica na via.

Com o impacto da batida, o veículo capotou. O motorista chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. As causas do acidente serão investigadas.

TVTem

A intensidade do tornado que atingiu São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, no sábado (10), foi classificado como F2 na Escala Fujita, que vai até cinco, segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Assista acima.

De acordo com o órgão, os ventos chegaram a 180 km/h e o percurso foi de cerca de 1 km, não tocando o tempo todo no chão.

"Essa escala [F2] vai de 180 km/h até 220 km/h. Então, a gente classifica o tornado como F2 na escala mais baixa, de aproximadamente 180 km/h", disse o meteorologista Leonardo Furlan.

A classificação feita pela Escala Fujita é usada no Brasil para medir a gravidade dos tornados com base nos danos provocados. Quanto maior for a destruição, maior é a categoria atribuída ao fenômeno. A escala vai de F0 a F5.

“Foi um tornado relativamente estreito, pequeno em extensão horizontal, mas que provocou danos significativos aqui na região. Em alguns momentos a nuvem funil tocava o solo, sua circulação interagia com o solo configurando o tornado, e em outros momentos ela subia e o dano não era identificado. Ou seja, os danos foram pontuais”, explica Leonardo Furlan, meteorologista do Simepar.

 Morreu neste domingo (11), aos 49 anos, a atriz Titina Medeiros, que participou de novelas como Cheias de Charme (2012) e No Rancho Fundo (2024), na TV Globo. A atriz enfrentava um câncer no pâncreas.

Izabel Cristina de Medeiros, a Titina, nasceu em Currais Novos, no interior do Rio Grande do Norte, mas foi criada na cidade vizinha, em Acari.

Além das atuações em novelas, séries e filmes, a atriz potiguar fazia parte ainda de grupos de teatro, como o Casa de Zoé, e o Candeia, no qual era diretora.

A atriz ficou nacionalmente conhecida com a personagem Socorro, a "personal colega" de Chayene, personagem de Cláudia Abreu, na novela Cheias de Charme, exibida em 2012. Esse foi o primeiro trabalho dela em novelas.

Ela participou ainda de novelas como Geração Brasil, A Lei do Amor, Onde Nascem os Fortes e Mar do Sertão.

O calor faz com que muitos tutores levem seus animais de estimação até piscinas, ao mar, rios e lagos, mas você sabia que nem todo pet sabe nadar? A médica veterinária Juliana Morika Sonoda, de Itapetininga (SP), explica quais são os cuidados necessários que devem ser buscados ao frequentar esses espaços.

É isso mesmo: nem todos os animais sabem nadar. Ao g1, a veterinária alertou que apesar de muitas pessoas acreditarem o contrário, alguns pets podem apresentar dificuldades. “Alguns cães têm facilidade, mas não é uma regra e nem um instinto universal”, completou. Para aqueles que desejam ficar à beira d'água com os animais, confira abaixo outras orientações indicadas por Juliana.

O contato do pet com a água

À reportagem, a profissional indicou alguns sinais de dificuldade ao nadar que os pets podem apresentar: movimentos descoordenados, cabeça baixa ou afundando, respiração ofegante e tentativas desesperadas de sair da água.

As raças braquicefálicas, que possuem o focinho curto, como Bulldog, Pug e Shih Tzu, possuem mais dificuldade para respirar e flutuar. “Nesses casos, o uso de colete é essencial ou o contato com água deve ser evitado”.

Já outros pets como Labrador, Golden Retriever, Terra Nova, Spaniel e Poodle têm estrutura corporal e pelagem favoráveis para atividades aquáticas.

A chuva forte que atingiu Mineiros do Tietê (SP) na madrugada desta sexta-feira (2) provocou uma erosão na ponte que liga quatro municípios do centro-oeste paulista. Não houve o registro de vítimas.

Conforme a Defesa Civil do Estado, a tempestade afetou a cabeceira da Ponte dos Macacos, que liga os municípios de Barra Bonita, Dois Córregos, Santa Maria da Serra e Mineiros do Tietê.

Além do buraco, um veículo também sofreu danos materiais. Ainda segundo a corporação, a ponte está totalmente interditada até que sejam realizadas as obras de reparo e que um caminho secundário foi liberado para que os moradores utilizem durante a manutenção da via.

As mudanças climáticas, agravadas pelo comportamento humano, fizeram de 2025 um dos três anos mais quentes já registrados, apontaram pesquisadores da World Weather Attribution (WWA), nesta terça-feira (30).

Foi também a primeira vez que a média de temperatura dos últimos três anos ultrapassou o limite estabelecido no Acordo de Paris de 2015, que visa limitar o aquecimento a no máximo 1,5 graus Celsius. Especialistas afirmam que manter a Terra abaixo desse limite pode salvar vidas e evitar uma destruição ambiental catastrófica em todo o planeta.

As temperaturas permaneceram elevadas apesar da presença de La Niña, o resfriamento natural ocasional das águas do Oceano Pacífico que influencia o clima em todo o mundo. Os pesquisadores atribuíram o problema à queima contínua de combustíveis fósseis — petróleo, gás e carvão — que liberam gases de efeito estufa na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global.

 “Se não pararmos de queimar combustíveis fósseis muito, muito rapidamente, muito em breve, será muito difícil atingir essa meta” de redução do aquecimento global, disse Friederike Otto, cofundadora da World Weather Attribution e cientista climática do Imperial College London, à Associated Press. “A ciência está cada vez mais clara.”

A geleira Breiðamerkurjökull, no sudeste da Islândia, recuou cerca de 6 quilômetros nos últimos 25 anos, de acordo com imagens de satélite do programa Copernicus, da União Europeia. O deslocamento do limite da geleira reflete um processo contínuo de perda de gelo associado ao aumento das temperaturas e a mudanças nos padrões de precipitação.

As informações são baseadas em imagens captadas em 11 de novembro de 2025 por um dos satélites Sentinel-2, que permitem comparar a posição atual da geleira com registros de 1990 e 2016. As linhas traçadas sobre a imagem mostram, em sequência, a extensão antiga, intermediária e atual do gelo.

Degelo visível no sudeste da Islândia

A Breiðamerkurjökull é um braço do manto de gelo Vatnajökull, o maior da Europa. Ela avança em direção à lagoa glacial Jökulsárlón, uma das áreas mais monitoradas do país por concentrar sinais claros de retração acelerada do gelo.

Quando está quente, há grande perigo de sintomas que vão de incômodos a fatais. É preciso agir rápido, mas melhor ainda é saber como evitá-los.

Depois de algum tempo no calor, o corpo precisa de uma pausa. Quem fica muito tempo exposto ao sol corre o risco de sofrer uma insolação. E quem se esforça muito em ambientes quentes pode até sofrer um golpe de calor.

Aqui estão algumas dicas para evitar essas situações e o que fazer caso ocorram.

O que é uma insolação?
Muito sol na região da cabeça e do pescoço pode causar insolação. As meninges e o tecido cerebral ficam irritados com o superaquecimento e pode ocorrer a chamada meningite asséptica, uma inflamação das meninges que não é causada por bactérias.

Centenas de pessoas em todo o Japão iniciaram um processo contra o governo, nesta quinta-feira (18), para exigir indenizações por sua inação diante das mudanças climáticas, informou o advogado que apresentou a ação.

"Acabamos de apresentar nossa ação e as evidências ao tribunal. Nosso recurso foi oficialmente aceito para tramitação", declarou à AFP o advogado Akihiro Shima, que argumenta que a inação do governo é inconstitucional.

Nos argumentos da ação, que conta com quase 450 signatários, os advogados criticam as medidas "gravemente insuficientes" do Japão diante das mudanças climáticas. Eles alegam que as ondas de calor provocam perdas econômicas, prejudicam as plantações e deixam muitas pessoas expostas.

A indenização pedida no processo é pequena: apenas mil ienes, equivalente a R$ 35, por demandante. De acordo com o advogado principal dele, o objetivo é chamar atenção para "a questão da responsabilidade do país", e não o dinheiro.

"As medidas tomadas pelo réu contra as mudanças climáticas são extremamente inadequadas e, como resultado, estão violando os direitos do demandante a uma vida pacífica e a desfrutar de um clima estável", afirma o resumo da ação, obtido pela AFP.

Um deles, o construtor Kiichi Akiyama, afirmou que o calor faz com que sua equipe precise trabalhar de modo mais lento, o que gera "enormes prejuízos" para sua empresa.

"Já tivemos casos em que pessoas desmaiam no campo ou caem mortas após voltar para casa. Mal consigo cavar com uma pá por 10 minutos sem ter que sentar para descansar. Não estaríamos nesta situação terrível se o governo tivesse mais iniciativa para adotar políticas climáticas", critica o japonês de 57 anos.
O Japão sofreu neste ano o verão mais quente desde o início dos registros em 1898.

Duas pessoas morreram e três ficaram feridas em um acidente de trânsito em Ribeirão Bonito (SP) na noite de domingo (21). As identidades das vítimas não foram divulgadas.

O acidente aconteceu por volta das 23h30 no km 181 da Rodovia Luís Augusto de Oliveira (SP-215), que liga a cidade a São Carlos.

Dois carros bateram de frente próximo ao trevo de acesso a Ribeirão Bonito na pista sentido São Carlos.

Pesquisadores da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, desenvolveram uma tecnologia que pode ajudar a enfrentar dois dos maiores problemas ambientais do planeta: o acúmulo de plástico e a crise climática.

O grupo conseguiu transformar resíduos de PET — usado em garrafas, tecidos e embalagens — em um material capaz de capturar dióxido de carbono (CO2) da atmosfera.

Lixo, um recurso valioso?
Segundo o estudo, publicado na revista Science Advances, o processo químico “upcycle” converte o plástico PET descartado em um novo material chamado BAETA. Esse pó, que pode ser compactado em pellets, tem uma superfície quimicamente modificada que se liga ao CO2 de maneira eficiente.

 Quando saturado, o material pode ser aquecido para liberar o gás em alta concentração. O CO2 liberado pode ser armazenado de forma segura ou aproveitado em processos industriais, como a produção de combustíveis sintéticos.

“A beleza desse método é resolver um problema sem criar outro. Transformamos lixo em um recurso que ajuda a reduzir gases de efeito estufa”, explica a autora principal do estudo, Margarita Poderyte.

Escalável e resistente

Segundo os pesquisadores, o BAETA funciona em diferentes condições: desde a temperatura ambiente até cerca de 150 ºC. Essa característica permite o uso em indústrias, instalando unidades de captura diretamente nas chaminés para filtrar o CO2 antes que ele seja lançado na atmosfera.

Coautor do trabalho, Jiwoong Lee destaca que o material mantém sua eficiência por longos períodos e se adapta a diferentes ambientes.

“Com essa tolerância ao calor, ele pode ser usado até no final do processo industrial, onde os gases estão mais quentes”, diz.

Um colapso do sistema de correntes oceânicas que aquece o hemisfério norte pode levar a Europa a ser palco de uma "pequena era do gelo" antes do esperado. A conclusão é de um estudo coordenado por cinco institutos internacionais de pesquisa sobre o clima que foi publicado na revista Environmental Research Letters.

Segundo a pesquisa, a Circulação Meridional de Revolvimento Meridional do Atlântico (Amoc), que também inclui a Corrente do Golfo, pode entrar em colapso completo após o ano de 2100 se as emissões de gases do efeito estufa continuarem altas.

A Amoc é um fenômeno crucial para manter o clima do noroeste da Europa mais ameno que, por exemplo, regiões do Canadá na mesma latitude. Um eventual colapso não só provocaria invernos bem mais extremos na Europa como reduziria a umidade que chega ao continente, provocando secas no verão, além de deslocamentos nas faixas de precipitação tropical.

A Eve Air Mobility, empresa subsidiária da Embraer, divulgou que o protótipo do carro voador desenvolvido pela empresa fez seu primeiro voo nesta sexta-feira (19).

O voo inaugural foi realizado no início da manhã desta sexta, na maior pista de aviação do hemisfério sul, que fica na planta da fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo.

Segundo a Eve, o voo inaugural inicia a fase de testes de voo dos carros voadores. Os eVTOLs ainda precisam da certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar.

A empresa disse que, durante o voo do protótipo, foi verificada a integração dos oito propulsores e avaliado o gerenciamento de energia, além de poderem observar o nível de ruído emitido. Ainda segundo a Eve, o protótipo se comportou conforme o esperado.

 

A empresa vai fabricar seis protótipos para os testes e realizar "vários voos após o voo pairado desta sexta-feira, expandindo gradualmente para realizar voos totalmente desarmados ao longo de 2026".

Cientistas britânicos afirmam que os humanos antigos aprenderam a produzir fogo há cerca de 400 mil anos — um salto de centenas de milhares de anos em relação às estimativas mais aceitas até agora. A conclusão vem de um estudo publicado nesta quinta-feira (12) na revista científica Nature e se baseia em evidências encontradas em um sítio arqueológico no leste da Inglaterra.

Até então, o uso controlado do fogo era atribuído a populações neandertais que viveram no norte da França há cerca de 50 mil anos. As novas descobertas empurram esse marco para muito mais atrás no tempo e reforçam a ideia de que habilidades técnicas e cognitivas complexas surgiram bem antes do que se imaginava.

 Vestígios de uma lareira pré-histórica

As evidências foram identificadas em Barnham, um sítio paleolítico no condado de Suffolk que é escavado há décadas. Pesquisadores liderados pelo Museu Britânico encontraram um conjunto de indícios que, analisados em conjunto, apontam para o uso intencional do fogo.

Entre eles estão um fragmento de argila cozida, machados de mão de sílex fraturados por calor intenso e dois pedaços de pirita de ferro — um mineral que produz faíscas quando friccionado contra o sílex. Esse último detalhe foi decisivo: a pirita não ocorre naturalmente na região, o que indica que foi coletada e levada até ali de forma deliberada.

Durante anos, cientistas souberam que alguns tipos de câncer não seguem o “ritmo esperado” de evolução. Em vez de acumular mutações lentamente, como acontece na maioria dos tumores, eles parecem dar saltos bruscos — mudam rápido, se adaptam e escapam dos tratamentos. Agora, um estudo liderado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego ajuda a explicar por quê.

A pesquisa identificou a enzima responsável por iniciar a cromotripsia, um fenômeno em que um cromossomo inteiro se quebra em dezenas — às vezes centenas — de pedaços e é remontado de forma desordenada dentro da célula.

O resultado é um verdadeiro caos genético, que favorece o crescimento do câncer e sua resistência às terapias.

 O que é cromotripsia e por que ela assusta os cientistas

Em condições normais, alterações no DNA acontecem aos poucos. Já na cromotripsia, tudo ocorre de uma vez só, como se um livro fosse rasgado em dezenas de páginas e depois reencadernado fora de ordem.

Esse tipo de evento é considerado raro em células saudáveis, mas surpreendentemente comum em tumores. Estimativas indicam que cerca de um em cada quatro cânceres humanos apresenta sinais de cromotripsia. Em alguns tipos, como o osteossarcoma (um câncer ósseo agressivo), ela está presente em praticamente todos os casos.

Esse processo dá ao tumor uma vantagem evolutiva: com tantas alterações genéticas de uma só vez, as células cancerígenas podem encontrar rapidamente caminhos para driblar medicamentos e continuar se multiplicando.

O mistério: quem ‘quebra’ o cromossomo?
Apesar de a cromotripsia ter sido descrita há mais de dez anos, os cientistas ainda não entendiam como esse processo começava. Sabia-se apenas que ele estava ligado a falhas na divisão celular — o momento em que uma célula se divide em duas.

Em uma divisão normal, os cromossomos ficam organizados dentro do núcleo da célula, protegidos por uma espécie de “capa”. Mas, quando ocorre um erro, um cromossomo pode ficar isolado do resto e acabar preso dentro de uma estrutura menor e muito mais frágil, chamada micronúcleo.

Uma pesquisa realizada pela Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto (EERP-USP) apontou que a prática regular de meditação pode diminuir a dor crônica em mulheres com Disfunção Temporomandibular (DTM).

O estudo acompanhou 53 mulheres entre 18 e 61 anos ao longo de oito semanas e registrou melhora no limiar de dor, redução de marcadores inflamatórios e benefícios emocionais associados ao estresse e à sensibilidade dolorosa.

A Disfunção Temporomandibular (DTM) é uma condição que afeta as articulações responsáveis por abrir e fechar a boca e os músculos da mastigação. Pode causar estalos, dificuldade de mastigar, dores na mandíbula, cabeça e ouvido, além de impacto na rotina e na saúde mental.

 Segundo especialistas, é de duas a três vezes mais comum em mulheres e, quando se torna crônica, tende a alterar mecanismos do sistema nervoso central, ampliando a percepção da dor.

O estudo foi conduzido no Centro de Mindfulness e Terapias Integrativas da USP, e publicado no Journal of Oral Rehabilitation. Nele, os pesquisadores buscaram avaliar como a meditação de atenção plena, o "mindfulness", poderia ajudar mulheres que convivem com o problema.

Um homem e o filho dele, de 2 anos, ficaram feridos ao serem atingidos por um muro de uma casa que desabou ao ser atingido por uma caminhonete em Franca (SP) na noite de domingo (14).

Os dois foram socorridos com ferimentos leves. O motorista responsável pela batida e um passageiro também se feriram e foram atendidos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Aeroporto.

Depois disso, o condutor foi detido ao se recusar a fazer o teste do bafômetro e foi levado ao plantão policial.

Até a última atualização desta notícia, não havia informações sobre as providências da Polícia Civil com relação a ele.

A colisão aconteceu na Avenida Higino Alves Taveira, no Residencial Ana Dorotheia.

Por razões a serem investigadas, a caminhonete atingiu um poste, derrubou um muro e invadiu uma casa. O portão e o carro da família também foram atingidos.

O muro atingiu um homem e o filho dele, que estavam na garagem da residência. Os dois foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e tiveram ferimentos leves.

Mulher e mãe das vítimas, Patrícia Maciel, de 25 anos, contou que estava no quarto quando ouviu os gritos do marido pedindo ajuda.

Um idoso de 74 anos morreu após ser arrastado pela enxurrada e cair em um córrego no Jardim Ivone em Bauru (SP) neste domingo (14). A vítima foi identificada como José Medeiros.

Segundo informações da Defesa Civil, o homem morava em uma propriedade rural no bairro saiu da casa para ir até o pasto cuidar dos animais. Segundo vizinhos, José vivia da renda da venda de leite e queijo.

Na volta para casa, ele acabou caindo em um riacho que passa pela propriedade e foi arrastado até o córrego que fica entre os bairros Jardim Ivone e Nobuji Nagasawa.

Os bombeiros foram acionados e o corpo do idoso foi encontrado por volta das 19 horas a 3 km de distância do local onde ele foi arrastado. A morte foi confirmada no local.

O enterro de José Medeiros será nesta segunda-feira (15), às 16h, no cemitério de Jacuba, distrito de Arealva (SP).

Um telescópio no Chile capturou uma nova e impressionante imagem de uma majestosa e graciosa borboleta cósmica.

O NoirLab da Fundação Nacional de Ciência divulgou a imagem na quarta-feira (27).

Fotografada no mês passado pelo telescópio Gemini Sul, a Nebulosa Borboleta, cujo nome é bastante apropriado, está localizada a uma distância de 2.500 a 3.800 anos-luz na constelação de Escorpião. Um ano-luz equivale a 6 trilhões de milhas.

Três pessoas ficaram feridas depois que uma ambulância da prefeitura de Iacanga atropelou um cavalo na Rodovia Cezário José de Castilho em Bauru (SP) na manhã desta segunda-feira (8).

Segundo a Polícia Rodoviária, o acidente aconteceu entre o viaduto que dá acesso à Rodovia Marechal Rondon e o bairro Vila Falcão, na altura do km 346.

O motorista e dois passageiros sofreram ferimentos aparentemente leves. Já animal morreu no atropelamento.

Um motorista foi preso na manhã de domingo,7, após a Polícia Rodoviária Federal encontrar mais de 82 quilos de pasta base de cocaína escondidos em fundo falso de uma caminhonete Amarok, na BR 369, em Cambé. De acordo com a polícia, o motorista seguia de Umuarama/PR com destino à Itápolis. 

Segundo a polícia, ao inspecionar o veículo, os policiais localizaram um compartimento preparado embaixo do assoalho, onde estavam diversos tabletes de pasta base de cocaína.

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