Caso Mariana: acusado de matar universitária não irá a júri popular

O acusado de estuprar e matar a universitária Mariana Bazza em Bariri será julgado pela Justiça Comum e não irá a júri popular. Isso porque, segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público e aceita pela Justiça, o principal crime cometido por Rodrigo Pereira Alves foi o de latrocínio, que não se enquadra nos crimes dolosos contra a vida que preveem o Tribunal do Júri.
















Novas imagens obtidas pelo Fantástico e G1 mostram a insistência do suspeito Rodrigo Pereira Alves, de 37 anos, em ajudar a universitária Mariana Forti Bazza, de 19 anos, para trocar o pneu do carro, em Bariri . Mariana sumiu após aceitar a ajuda na terça-feira (24) e foi achada morta na zona rural de Ibitinga um dia depois. 





