A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta sonoro devido à baixa umidade do ar em cidades do interior paulista, na tarde desta quinta-feira (11). O aviso chegou através da notificação nos celulares, reforçando também o alto risco de incêndio florestais.

Ao g1, a Defesa Civil estadual explicou que o alerta foi emitido, pois os níveis de umidade do ar estão abaixo dos 12% nesta quinta-feira. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade do ar ideal para a saúde está entre os 40% e 60%.

Os alertas chegaram nos celulares de moradores das regiões de Itapetininga, Sorocaba, Jundiaí, Marília, Bauru, Araçatuba, São José do Rio Preto e Presidente Prudente.

A Defesa Civil também informou que a mensagem foi direcionada para moradores de 511 municípios paulistas, sendo um número recorde entre os quatro alertas enviados, mostrando o nível crítico do período. As cidades têm índices abaixo de 12% com temperaturas acima dos 35 °C.

Estão abertas as pré-inscrições para o NASA Space Apps Challenge, a maior maratona de inovação do mundo promovida pela agência espacial norte-americana. O evento acontece de 3 a 5 de outubro, no Parque Tecnológico de Botucatu (SP), e tem promoção da TV TEM.

O cadastro é gratuito e pode ser feito até 14 de setembro pelo site nasa.spaceterra.org. Basta escolher a cidade de Botucatu e preencher um formulário eletrônico.

Podem participar pessoas acima de 18 anos, sejam estudantes, empresários, mentores ou entusiastas das áreas de espaço, tecnologia e meio ambiente. A inscrição é individual, mas os participantes podem formar equipes para os desafios.

O corpo humano precisa de proteínas. Elas desempenham inúmeras funções dentro das células e são essenciais para o crescimento, reparo e manutenção de músculos, ossos e pele. E, com as empresas de alimentos lançando versões ricas em proteína de uma enorme variedade de produtos — incluindo milk-shakes e barrinhas de granola, e até panquecas e pipoca — você pode ser levado a pensar que precisa adicionar mais proteína à sua dieta.

Mas nutricionistas afirmam que, se você está se alimentando o suficiente, provavelmente já está consumindo proteína em quantidade adequada.

“Adicionar proteína aos alimentos é muito benéfico — para o lucro daquela empresa”, disse Federica Amati, líder de nutrição no Imperial College London e nutricionista-chefe da empresa de ciência da saúde ZOE. “Não se baseia em saúde, não é respaldado pela ciência.”

A quantidade de proteína necessária depende da sua idade, peso e necessidades nutricionais individuais, e é especialmente importante que crianças e idosos consumam alimentos ricos em proteína. Veja o que você precisa saber sobre quanto consumir e como garantir as melhores fontes.

Um time internacional de neurocientistas acaba de dar um passo histórico para entender como o cérebro toma decisões. Pela primeira vez, pesquisadores mapearam a atividade neural de um mamífero inteiro — no caso, de um camundongo — com resolução de célula única durante tarefas de escolha.

O trabalho, publicado na quarta-feira (3) em dois artigos na revista Nature, foi conduzido pela Universidade de Princeton em parceria com o Laboratório Internacional do Cérebro (IBL), consórcio que reúne 22 laboratórios da Europa e dos EUA.

Como foi feito o estudo
Para chegar ao resultado, os cientistas treinaram camundongos a girar pequenos volantes, movendo círculos listrados exibidos em uma tela. Se acertassem a direção, ganhavam um gole de água com açúcar.

 Enquanto os animais tomavam decisões rápidas — muitas vezes em menos de um segundo —, eletrodos de alta densidade registraram simultaneamente a atividade de centenas de neurônios em diferentes regiões cerebrais.

Um iceberg gigante que se desprendeu da Antártida há 39 anos, na época o maior do mundo, está derretendo em águas que se tornaram mais quentes, segundo os cientistas.

No início do ano, o bloco de gelo batizado como A23a pesava cerca de 1 bilhão de toneladas e cobria quase 4.000 km², ou seja, 50% a mais que a superfície de Luxemburgo.

Mas, ao se deslocar para o norte, e portanto para regiões menos frias do Oceano Austral, grandes pedaços se desprenderam.

Seu tamanho atual é de 1.770 km², com uma largura que atinge 60 km, segundo uma análise da AFP a partir de imagens de satélite do serviço europeu Copernicus.

"Eu diria que está realmente chegando ao fim (...) Está simplesmente se deteriorando desde a base. A água está quente demais para que ele sobreviva. Está derretendo consistentemente", explicou à AFP Andrew Meijers, oceanógrafo do Instituto de Pesquisa Antártica do Reino Unido (British Antarctic Survey).

"Prevejo que isso continue nas próximas semanas, e que em algumas semanas ele será irreconhecível", acrescentou.

De setembro a dezembro, o calendário astronômico de 2025 ainda reserva uma série de eventos marcantes para quem gosta de observar o céu.

Nem todos poderão ser vistos do Brasil, mas alguns deles prometem um espetáculo à parte (e a olho nu!) para quem tiver paciência, junto com um pouco de sorte com o tempo limpo.

Já nesta semana, entre os dias 7 e 8, um eclipse lunar total vai poder ser visto por espectadores sortudos do leste da África, Ásia e Austrália.

Nesse tipo de fenômeno, a Lua adquire uma coloração avermelhada, conhecida como “lua de sangue” (entenda mais abaixo). O evento será um dos mais longos do ano, mas não poderá ser observado do Brasil.

No mapa abaixo fornecido pela Nasa, a agência espacial norte-americama, é possível ver os países que terão a oportunidade de ver o eclipse.

Os tons mais escuros, como está parte do continente americano, indicam os locais em que o eclipse não será visível. Já o cinza mais claro mostra a região onde será difícil observá-lo, visto que o fenômeno acontecerá perto do nascimento da Lua.

A empresária Perinalva Dias Paiva passou 28 dias em coma em Vitória da Conquista, no interior da Bahia. Os médicos constataram que rins e fígado haviam parado de funcionar, restando apenas o coração em atividade. Ela chegou a desfalecer em casa, ainda antes da chegada do Samu. Os sintomas começaram após sessões de soroterapia, um “soro da imunidade” rico em vitaminas, aplicado em uma clínica médica.

"Ele disse que eu estava com falta de vitaminas e que ia me passar umas vitaminas em soro", relatou Perinalva em entrevista ao Fantástico. Na época, ela havia procurado um médico para tratar sintomas como cansaço e indisposição. Foi aí que recebeu a indicação de soroterapia para dar "um up no ânimo".

Segundo a filha da empresária, Polliana Pitombo, os sintomas mais graves não demoraram a aparecer.

"O xixi foi evoluindo daquela cor de tom amarelo para o tom de Coca-Cola. Ela começou a urinar com sangramento", contou a filha da empresária. Em seguida, vieram náuseas, febre persistente dificuldade para se manter de pé. Segundo o relato Perinalva, suas pernas deixaram de responder, sinal de que o corpo estava em colapso.

"Estava intoxicada com a soroterapia", afirmou Perinalva, que precisou ser socorrida. "A cardiologista disse que o único órgão que estava funcionando ainda era meu coração."
Durante a internação, nefrologistas, hematologistas e endocrinologistas se uniram para tratar a intoxicação por excesso de vitamina D. O diagnóstico foi de hipervitaminose, uma condição em que o organismo acumula vitaminas em níveis muito acima do necessário, provocando lesões graves em órgãos vitais.

“Hipervitaminose é uma condição em que o organismo ele recebe uma quantidade de vitaminas acima da sua necessidade, e essa vitamina vai se acumulando e ela pode gerar lesões em órgãos e sistemas", explica Raymundo Paraná, gastro-hepatologista e pesquisador da UFBA.

O dia amanhece gelado. Você hesita em sair da cama, uma, duas vezes. Toma coragem, levanta, pega alguma coisa para comer e, mesmo atrasado, vai para a academia. O resultado é quase certo: treino fofo. Mas melhor feito do que perfeito, não é?

Os especialistas dizem que não é bem assim. Antes de mais nada, é preciso entender, de forma mais técnica, o que é treinar fofo?

O treino fofo acontece quando a intensidade ou o volume do treino está abaixo do que seria necessário para gerar adaptações no corpo. Ou seja, quando o estímulo não é suficiente para provocar ganho de força, resistência, melhora do condicionamento ou outras mudanças desejadas.

"É como regar uma planta com pouquinha água: mantém viva, mas não cresce", compara Liu Chiao Yi, professora do curso de Fisioterapia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A curto prazo, essa estratégia pode até funcionar, inclusive sendo benéfica para a criação de um hábito. Mas, a longo prazo, faz com que não se alcance os resultados que deseja, contribuindo para que a pessoa fique ainda mais desestimulada. (entenda mais abaixo)

Criação de hábito x estagnação

Que todo mundo treina fofo em algum momento, é praticamente fato. Acontece em dias que você se sente sobrecarregado por outras atividades, cansado, quando o tempo está curto e até por falta de orientação adequada de um profissional.

E, segundo alguns especialistas, insistir em ir à academia mesmo sem muita vontade pode ajudar na consolidação do hábito.

Um meteoro brilhante riscou o céu noturno sobre o vulcão Sakurajima, em Kagoshima, no sul do Japão, na madrugada de terça-feira (19). O fenômeno foi registrado por uma câmera de monitoramento instalada no topo de um prédio e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, chamando a atenção de moradores e entusiastas da astronomia.

As imagens mostram a bola de fogo cruzando o horizonte e iluminando a paisagem por alguns segundos. Moradores relataram que a luz intensa chegou a clarear ruas e construções próximas.

Esse tipo de meteoro, conhecido como bola de fogo (fireball), ocorre quando fragmentos espaciais entram na atmosfera terrestre em alta velocidade. O atrito provoca o aquecimento e a vaporização da rocha, resultando em um rastro luminoso que pode ser visto a grandes distâncias.

Marcus Pearce Role,The Conversation*

Muitos de nós adquirimos o hábito de escutar podcasts, áudios e outros conteúdos online em uma velocidade de reprodução mais rápida. Para os jovens, inclusive, isso é praticamente uma regra.

Uma pesquisa realizada com estudantes da Califórnia, por exemplo, revelou que 89% mudavam a velocidade de reprodução das aulas online, e já houve várias reportagens em diferentes veículos de comunicação sobre como assistir vídeos no "modo rápido" se tornou comum.

É fácil pensar nas vantagens de assistir as coisas rápido: consumir mais conteúdo em menos tempo, revisar o mesmo conteúdo várias vezes para absorver o máximo de informações.

Isso pode ser especialmente útil em um contexto educacional, liberando mais tempo para o aluno consolidar o conhecimento, fazer provas práticas etc.

Assistir vídeos no modo rápido também pode ser uma boa maneira de manter nossa atenção e interesse durante todo o vídeo, evitando que a mente se distraia.

Mas, e quanto às desvantagens?

Sobrecarga cognitiva
Quando uma pessoa é exposta a informações faladas, os pesquisadores distinguem três fases da memória: a codificação da informação, o armazenamento e, posteriormente, a recuperação.

 

Na fase de codificação, o cérebro precisa de certo tempo para processar e compreender o fluxo de palavras que recebe. É preciso extrair as palavras e recuperar seu significado contextual da memória em tempo real.

As pessoas geralmente falam a uma velocidade de cerca de 150 palavras por minuto, embora dobrar esse número para 300 ou triplicá-lo para 450 palavras por minuto ainda esteja dentro do que podemos considerar inteligível.

A questão está mais relacionada à qualidade e à durabilidade das lembranças que formamos.

As informações que recebemos são armazenadas temporariamente em um sistema de memória chamado memória de trabalho. Isso permite que fragmentos de informação sejam transformados, combinados e manipulados até atingir uma forma adequada para serem transferidos para a memória de longo prazo.

Considerando que nossa memória de trabalho tem uma capacidade limitada, se chega muita informação rápido demais, ela pode ficar sobrecarregada. Isso leva à sobrecarga cognitiva e à perda de informações.

*Dan Baumgardt -The Conversation

 O falecido e grande comediante australiano Barry Humphries (famoso por sua personagem Dame Edna) falou certa vez, com humor, sobre os benefícios da couve para a saúde.

Segundo ele, bastava um "punhado" para fornecer vitaminas, minerais e oligoelementos essenciais em quantidade suficiente para mantê-lo no banheiro por dois dias inteiros. Ao que parece, o sabor não compensava uma segunda porção.

Em um mundo em que os "superalimentos" são comercializados por sua suposta capacidade de fornecer todos os nutrientes que necessitamos, vale a pena se perguntar: quais vitaminas são realmente essenciais?

E, além da couve, quais outros alimentos nos ajudam a cobrir nossas necessidades diárias?

Vitamina A
Comecemos pela mais importante: a vitamina A.

Um homem de 60 anos precisou ser hospitalizado após desenvolver uma doença rara ao seguir orientações de dieta indicadas pelo ChatGPT.

O caso aconteceu nos Estados Unidos e foi publicado como artigo pelos médicos que o atenderam no periódico científico "Annals of Internal Medicine", na última semana.

O paciente desenvolveu bromismo, uma intoxicação por brometos. Hoje, trata-se de uma condição rara, mas que, no passado, foi responsável por diversas internações psiquiátricas, já que pode provocar alucinações.

O que houve com o paciente?
Segundo os médicos, o homem chegou ao hospital com crises de paranoia — acreditava que o vizinho estava tentando envenená-lo e que a água do filtro estava contaminada.

Inicialmente, os profissionais suspeitaram de um transtorno psiquiátrico, e ele chegou a ser encaminhado para uma ala específica.