Não faltam estudos sobre o impacto do excesso de telas nas crianças e nos adolescentes, mas isso não significa que os adultos estejam livres de danos. Embora as pesquisas ainda sejam escassas, há cada vez mais evidências dos prejuízos que esses dispositivos podem causar à saúde mental de pessoas de diversas faixas etárias.

 Uma revisão publicada recentemente no periódico PLOS Global Public Health, por exemplo, coloca o uso de redes sociais ao lado do tabaco, do álcool e do hábito de jogar como fator de risco para sintomas depressivos, ideação suicida e autolesões. Termos como “brainrot”, que se refere a uma espécie de deterioração do cérebro por consumo de conteúdo inútil, ou “burnon” – uma exaustão por excesso de conectividade –, têm se tornado populares.

Isso porque o abuso de jogos, videogames, internet e, especialmente, das redes sociais, afeta as pessoas de várias formas. “Primeiro tem a questão do culto da beleza, da vida perfeita, então há um mecanismo comparativo em que parece que a vida do outro é melhor, que ele está melhor financeiramente, fisicamente, e isso gera uma pressão tanto interna quanto social em busca da perfeição”, analisa o psiquiatra Gabriel Okuda, do Hospital Israelita Albert Einstein.

Segundo o especialista, isso tem impactos diretos na saúde. “Essa busca por aprovação constante, de alcançar mais likes e seguidores, pode provocar ansiedade e sintomas depressivos”. Pior ainda se a pessoa já estiver vivendo um momento de estresse, podendo causar também sintomas como irritabilidade e insônia.

Como já diziam nossas avós, nada como uma boa noite de sono… Mas o que é dormir bem? E qual o impacto do sono no processo de envelhecimento? Em nossas pesquisas, investigamos a associação entre distúrbios do sono e desempenho cognitivo de adultos e idosos.E os resultados sugerem que tanto dormir pouco quanto dormir muito são prejudiciais para funções cognitivas como memória, fluência verbal, funcionamento executivo, além da cognição global.

Por g1 Bauru e Marília - Um astrônomo amador de Marília (SP) capturou imagens da passagem do cometa C/2023 A3 (Tsuchinshan-Atlas), conhecido como o "Cometa do Século", na madrugada de domingo (29).

O corpo viaja pelos céus brasileiros desde a segunda quinzena de setembro, quando ficou mais perto do sol, se tornando assim visível para os observadores, inclusive a olho nu.

À medida que envelhecemos, nosso corpo passa por várias mudanças. Uma das mais desafiadoras é o ganho de peso, que normalmente está relacionado à obesidade sarcopênica. Entenda abaixo como evitar que ganho de peso ao envelhecer comprometa a saúde.

 Essa condição de nome pouco conhecido pela maioria da população é a combinação do acúmulo de gordura corporal com a perda de massa muscular, que pode comprometer a qualidade de vida dos idosos. A combinação pode levar à dificuldade de caminhar, a quedas e ainda acarretar redução da independência.

A obesidade sarcopênica ocorre porque, com o avanço da idade, é comum que as pessoas diminuam seus gastos calóricos, por conta diminuição de suas atividades, fazendo com que o metabolismo desacelere.

A cidade de São Paulo amanheceu nesta segunda-feira (9/9) com a pior qualidade de ar do mundo, de acordo com o ranking suíço IQAir, que opera uma plataforma com cerca de 120 grandes cidades com dados meteorológicos gerados por governos, instituições de pesquisas e organizações sem fins lucrativos.

No domingo, a capital paulista já aparecia, junto com Porto Velho (RR) e Rio Branco (AC), no topo da lista, todas com índices "muito insalubres", de acordo com o monitoramento suíço.

O "corredor de fumaça" das queimadas que se espalhou pelo Brasil nas últimas semanas, somado à baixa umidade do ar em grande parte do país, deixaram o ar carregado de partículas em várias regiões do Brasil.

A baixa umidade fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) lançasse, nesta segunda, um alerta laranja de perigo para 12 estados e o Distrito Federal.

Além do DF, os estados deGoiás, Bahia, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, São Paulo e Maranhão podem ficar com a umidade abaixo de 20%.

Um asteroide de aproximadamente um metro se desintegrou na atmosfera da Terra sobre as Filipinas, perto da Ilha de Luzon, na tarde desta quarta-feira (4), segundo a Nasa. A Agência Espacial Europeia (ESA) estimou que o impacto ocorreu às 13h39 (horário de Brasília).

 O Catalina Sky Survey descobriu o objeto, inicialmente chamado CAQTDL2, mas agora nomeado 2024 RW1, na manhã desta quarta. Segundo a agência espacial, asteroides de cerca de 1 metro de tamanho atingem a Terra aproximadamente a cada duas semanas, embora raramente sejam avistados antes de impactar o planeta.


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“Este é apenas o nono asteroide que a humanidade conseguiu avistar antes do impacto”, escreveu a ESA no Twitter.

No último congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, realizado entre 30 de agosto e 2 de setembro, uma nova pesquisa trouxe mais dados sobre como o climatério – o período que marca a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva das mulheres – muda o perfil lipídico, o que pode trazer problemas para a saúde cardiovascular.

De acordo com a médica Stephanie Moreno, professora da University of Texas Southwestern, nos EUA, há um aumento da taxa de LDL (lipoproteína de baixa densidade), o “mau” colesterol como é chamado, e uma diminuição de HDL (lipoproteína de alta densidade), o “bom” colesterol: “esse quadro agrava o risco do perfil lipídico, podendo levar à doença arterial coronariana”.

Uma forte onda de calor atinge o Brasil na primeira quinzena de setembro, segundo alguns dos principais institutos de meteorologia do Brasil. A previsão é de que os termômetros registrem temperaturas máximas entre 40°C e 45°C em alguns Estados nesse período.

Isso poderia elevar a média da temperatura para a época e pode tornar este um dos meses de setembro mais quentes já registrados no país. Mas por que isso acontece?

A BBC News Brasil ouviu especialistas para entender se isso é algo atípico e quais fenômenos estão causando esse calor fora do comum.

No alto de uma montanha, no árido Deserto do Atacama, no Chile, o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) está construindo o maior telescópio óptico do mundo.

Eles não perderam muito tempo escolhendo um nome — será chamado Telescópio Extremamente Grande (ELT, na sigla em inglês).

Por outro lado, uma enorme energia foi investida no design e na construção do "maior olho do mundo no céu", que deve começar a coletar imagens em 2028 — e provavelmente vai ampliar nossa compreensão do Universo.

Nada disso seria possível sem alguns dos espelhos mais avançados já fabricados.

Elise Vernet, especialista em óptica adaptativa no ESO, está supervisionando o desenvolvimento dos cinco espelhos gigantes que vão captar e canalizar luz para o equipamento de medição do telescópio.

O quanto você consegue "esticar" e usar toda a amplitude de movimentos das articulações, dos tendões e dos músculos de todo corpo?

A resposta a essa pergunta pode trazer indícios de quantos anos você vai viver.

Essa é uma das principais conclusões de uma pesquisa realizada no Brasil que foi publicada nesta quarta-feira (21/8) no periódico acadêmico Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports.

O trabalho, realizado na Clínica de Medicina do Exercício (Clinimex), no Rio de Janeiro, em parceria com instituições de Reino Unido, Estados Unidos, Finlândia e Austrália, reuniu dados de 3.139 homens e mulheres com idades entre 46 a 65 anos.

Todos passaram por avaliações de flexibilidade. Após um acompanhamento médio de 12 anos, 302 participantes do estudo haviam morrido.

Após uma série de ajustes estatísticos — e a exclusão dos óbitos por covid-19 ou causas externas, como episódios de violência e acidentes — os autores concluíram que a flexibilidade está "inversamente associada" à mortalidade.

Em outras palavras, os participantes com uma baixa flexibilidade corporal, de acordo com um teste realizado em consultório, tendem a morrer mais cedo em comparação com aqueles que apresentam uma boa amplitude de movimentos.

Segundo os dados compilados no estudo, homens e mulheres com baixos índices de flexibilidade tinham 1,87 e 4,78 vezes mais risco de morrer, respectivamente, quando comparados aos participantes que obtiveram bons resultados nessa avaliação.

Mas o que realmente significa ser flexível? E é preciso prestar mais essa atenção neste aspecto durante a atividade física?

O médico Claudio Gil Araújo, autor principal da pesquisa recém-publicada e diretor da Clinimex, explica que a flexibilidade "é uma das pouquíssimas variáveis que a gente começa a perder logo depois de nascer".

"Uma criança de 2 anos chega praticamente ao pico de flexibilidade. Depois, a tendência é só piorar", compara ele.